9/27/2014

Cuidando dos coqueiros


Quem é que não tem dúvidas na hora de dectar e cuidar das doenças do coqueiro?

Reuno neste post umas dicas muito boas para quem tem dúvidas:

Um tratamento que já realizei para combater os besouros e larvas que atacam as palmas dos cachos, que enfraquecem e impedem da ceiva chegar até os coquinhos novos.

Combate aos besouro, lárvas e outros insetos que atacam os coqueiros
Tratamento híbrido (ogânico com defensívo)

Material:
500ml de álcool
2 pacotes de fumo de rolo desfiado
1 vidro ou ampola de butox (desses que se usa para dar banho em animais no combate às pulgas e carrapatos).
20 Litros de água
1 vidro de óleo mineral 60ml ou 200ml de óleo vegetal (como fixador)

Como preparar:
Em um recipiente ponha 500ml de álcool etílico (líquido) com o fumo de rolo desfiado, deixe de um dia para outro.
Com essa calda pronta coe em um pano de flanela ou uma organza bem fina. Separe.
Misture o butox com a água, coloque a calda do fumo de rolo, por último coloque o óleo mineral e pronto!

Faça uma limpeza nos coqueiros antes de cada aplicação.
**Por ser uma mistura híbrida, utilize calça comprida, plusa de manga longa, sapatos, máscara e luvas.

Puverize 3 litros para cada coqueiro, repita esta aplicação num período de 2 meses.
O local da pulverização é nas folhas, cachos novos, por dentro das palmas, (aplicação direcional).
Mas, na mesma hora que for aplicando já vão ver os bichos caindo mortos.

Para as raízes:
Utilize sal grosso (sal para animal), um quilo para cada coqueiro. Faça uma vala raza em volta do tronco, coloque o sal grosso.
Alterne entre 3 em 3 meses com salitre do Chile. Mesma quantidade.
Utilize NPK na proporção 20-05-20. No solo em volta da planta, do tronco até o mesmo comprimento das folhas de 3 a 4 metros do tronco, em circunferência.

Observação:
Por se tratar de um defensivo híbrido, é aconselhável não consumir os cocos em época de tratamentos. Terminando o tratamento lave bem os frutos antes de consumir.


Tratamento horgânico

Muitas são as causas dos coqueiros não darem os frutos corretamente:


  • Falta de uma irrigação correta
  • Falta de uma correção no solo
  • Falta de uma limpeza correta
  • Falta de um pulverização correta

Irrigação: 
Regue 3 vezes na semana aproximadamente de 100 a 120 litros por planta.

Adubação:
Adube com NPK 20-05-20 500gr num cículo de 3 a 4 metros em volta da planta (cicunferência), adube com esterco de curral curtido (dissolva em água e aplique em volta da planta, faça um chorume).

Limpeza:
Faça uma boa limpeza removendo cachos velhos e secos, folhas velhas e secas e palhas etc antes da pulverização.

Pulverização
Material:
200ml de óleo de soja
10 litros de água
200gr de sal refinado
100ml de detergente de cozinha neutro (ou um copo de sabão em pó 100 gr)

Misture tudo e pulverize.

Raízes
Utilize sal grosso (sal para animal *se não conseguirem pode ser o que se usa para churrasco), um quilo para cada coqueiro.
Como aplicar: Faça uma vala raza em volta do tronco, coloque o sal grosso dentro da vala fazendo um círculo em torno do tronco.
Alterne entre 3 em 3 meses com salitre do Chile. *Mesma quantidade.

Obs. Sempre recomendo 3 litros da calda para cada planta.

Fonte:
Cláudio Rogério - Paisagista, técnico em jardinagem
NGS - Serviços de paisagismos e jardinagens










11/17/2013

Novo Projeto Paisagístico



Aqui Já estávamos finalizando





Mas, vamos do começo: com o material no local




Agora retirando o jardim antigo.



Depois de retirar o jardim anterior e de espalhar terra adubada
Começamos plantar a grama (Esmeralda). Posicionamos uma palmeira Fênix folha curta como no projeto. Preservamos uma jabuticabeira e uma laranjeira.

Espalhamos as orquídeas bambu 


Espalhamos as Ixoras (vermelha e salmão) 



Aqui já plantadas Orquídeas e Ixoras e delimitadas com limitador de gramas e forradas com cascas de pinus 





 foram feito algumas modificações no projeto (como cascas de pinus no lugar da Lantana e não implantamos o caminho de pedra até o chuveiro no canto do muro *para futura instalações).
















10/04/2013

Pergolado e Caramanchões



Um toque de mestre em seu projeto de paisagismo.

Um caramanchão é muito bem vindo quando se trata de decoração da área externa; pode reutilizar madeiras de demolições aparelhadas ou eucalipto de reflorestamento se preferir mais rústico. 



Para acompanhar esse madeiramento aconselho utilizar plantas trepadeiras tipo:

Ipomeia-rubra (Ipomoea horsfalliae) – trepadeira chamada volúvel por se enrolar facilmente em qualquer canto. Semi-lenhosa, possui folhas verde-escuras, brilhantes e em forma de palma e flores geralmente vermelhas. A ipomeia-rubra deve ser cultivada a sol pleno em solo fértil e de fácil drenagem. Cobre com sombra ampla os ambientes graças ao vigor com que cresce.  


Sete-léguas (Podranea ricasoliana) – perfeita para climas úmidos e quentes, é uma trepadeira lenhosa e como tal, requer amarração e direcionamento. Com folhas verde-brilhante e flores com tom rosa, deixam a área onde se fixa bem sombreada, mas exige firmeza das estacas. Indicados para pérgolas e caramanchões bem resistentes. Precisa de sol pleno e solo fértil.

Clerodendro-vermelho (Clerodendron splendens) – se o clima em sua região é ameno sem sofrer geadas, esta trepadeira semi-lenhosa é uma bela e vistosa opção. De crescimento lento e que necessita de direcionamento e amarrio, tem folhas pequenas e ovais com lindas inflorescências vermelhas que brotam no inverno. Crescem melhor a sol pleno.


Madressilva (Lonicera japonica) – assim como o clerodendro-vermelho, esta trepadeira é ideal para climas mais frios. Pertence à espécie dos chamados caules torcidos, que crescem rapidamente. Suas flores são delicadas amostras brancas e amarelas perfumadas. Pergolados adquirem um ar delicado quando enfeitadas com madressilvas. Assim como suas irmãs trepadeiras, cresce sob sol pleno e em solo com boa adubação orgânica.



Créditos:
Caramanchão:  http://alfredojunior.wordpress.com/2012/08/28/casa-decoracao-caramanchao/
Fotos e texto: http://jardinagemepaisagismo.com/trepadeiras-para-pergolados-e-caramanchoes.html

9/09/2013

Conheça a CasaDois Editora




A CasaDois Editora foi fundada em 1995 com o lançamento da revista Construir. Ao longo da primeira década, mais 40 títulos foram criados e, em todos, a missão sempre foi divulgar informação bem apurada em um conteúdo inédito, com diferenciais gráficos e imagens de alta qualidade. Em alguns anos, a CasaDois se solidificou e passou a estar entre as quinze primeiras empresas do mercado. Hoje, tem 75 títulos e atua nos segmentos de arquitetura, arte, artesanato, casamento, construção civil, decoração, gastronomia, jardinagem, paisagismo, projetos arquitetônicos, puericultura e saúde.

Para saber mais sobre os títulos, compras e outros interesses, acesse o site:
www.casadois.com.br.

9/07/2013

Horta suspensa


Olá, que tal fazermos uma horta?

Vamos utilizar uma técnica muito usada ultimamente, trata-se de uma horta vertical.
Para começar:

  1.  Suporte para pendurar os vasos; pode ser de bambu treliçado, madeira tratada (sarrafos de lei pois vão levar água) ou até mesmo aqueles "decks" que se usam em torno de piscina.
  2. Selecionar vasos que dê bom acabamento junto à madeira; a quantidade de 5 a 10 ou de sua preferência.
  3. Terra adubada (quantidade necessária para preencher os vasos).
  4. Pedriscos (quantidade necessária para uma fina camada no fundo do vaso).
  5. Uma manta, ou panos secantes de cozinha tipo "perfex", para forrar um pedaço acima dos pedriscos; (para facilitar a drenagem da água).
  6. Uma tesoura para cortar o perfex.
  7. Compre verduras e temperinhos etc., que se usa na cozinha no dia-a-dia. (pode encontrar em hortos ou chácaras que vendem plantas). Ou se preferir, sementes (mas com sementes fica mais demorado o resultado, melhor que seja mudas formadas).
Modo de fazer:
  • Fixar o suporte de madeira treliçado ou bambu em muro ou parede ao abrigo de luz;
  • fixar os vasos no suporte distribuindo bem e aproveitando os espaços;
  • colocar os pedriscos;
  • cortar a manta ou perfex e colocar acimas dos pedriscos;
  • preencher os vasos com terra adubada;
  • plantar as verduras e temperinhos (alface, salsa, cebolinha, coentro, manjerona, manjericão, hortelã etc.).
Se no lugar que for fixar a horta bater muito sol, faça um "sombrite" por cima para quebrar um pouco a incidência de muito calor (no local que você fizer a compra provavelmente tem para vender).
Existem vasos já com cachepô, dando um acabamento melhor ao trabalho.
Use a sua criatividade, quando precisar de um temperinho para incrementar o sabor de sua cozinha já tem uma quitanda no seu quintal. Ah, pode fazer em apartamentos também, basta utilizar uma área que pegue sol.

Têm várias formas de fazer uma horta suspensa, veja os exemplos:



Espero que tenham gostado da ideia! Em breve mais dicas para vocês.

Por: Cláudio Rogério


 


5/29/2013

Parceria CasaDois Editora


Há um tempo atrás a New Garden Service participou de uma seleção da CasaDois Editora. Ficamos surpresos, pois ao ver o resultado vimos o nome New Garden Service entre os vencedores. 


Ficamos gratos por nosso trabalho estar sendo a cada dia reconhecido. Agradecemos a você também, leitor, por visitar o blog, admirar o nosso trabalho e estar a cada dia mais perto de nós. Grandes coisas estão por vir. Contamos com a sua participação!

4/13/2013

Como cultivar Orquídeas


"Conta-se que há cerca de 3.000 anos, a Rainha de Sabá estava indecisa sobre como presentear o Rei Salomão. Afinal, o que poderia encantar um rei tão poderoso? Uma escrava trouxe-lhe  a decisão: “ao maior dos reis, leve um feixe de orquídeas”. Passado tanto tempo, o fascínio ainda persiste e as orquídeas continuam a fascinar fãs e apaixonados. E hoje, é possível adquirir lindos exemplares desta planta por preços bem acessíveis, até em supermercados! Bem tratadas, as orquídeas produzem belas flores anualmente."

 Não há grandes segredos nos cuidados com as orquídeas. Aqui te daremos as principais dicas para o sucesso no cultivo de orquídeas. Veja aqui os detalhes básicos para cultivá-las corretamente:


Luz
A exposição direta à luz solar causa queimaduras nas folhas da maioria das orquídeas. O tipo de iluminação mais recomendada é a de 50 a 70% de sombra, que é obtida ao cultivar as orquídeas sob árvores, toldos ou avançados.
 Varandas ou áreas de serviço de apartamentos também são bons locais, mas é preciso cuidado, nesses casos, para que as orquídeas recebam o sol da manhã. 

Alguns especialistas afirmam que em apartamentos, os melhores lugares para as orquídeas são atrás da janela da casa de banho ou num terraço envidraçado, onde há luz filtrada. 

Para saber se as condições de iluminação são adequadas, é só observar a planta: folhas amareladas indicam excesso de luz; já as folhas estreitas, longas e de cor verde bem escura indicam iluminação deficiente. 

Plantas como Vanda, Dendrobium, Cymbidium e várias espécies de Oncidium suportam luminosidade mais intensa, enquanto que Phalaenopsis, Miltonia, Laelia e Pumilan preferem uma baixa luminosidade.



Vasos e substratos
Recomenda-se evitar o uso de vasos muito grandes. Pode-se usar tanto os vasos de barro como os de plástico, mas as fibras de xaxim (não confundir com pó de xaxim) são ainda o substrato que dão melhores resultados. 

Atualmente também há a opção da fibra de coco, igualmente eficiente e mais ecológica. 

Certas espécies de orquídeas, como Cattleya walkeriana, C. Nobillor, C. Schilleriana, C. Acladiae e a maioria das espécies de Oncidium desenvolvem-se melhor sobre placas xaxim ou pedaços de casca de madeira do que em xaxim desfibrado.



Adubação
A fórmula NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) deve ser aplicada a cada duas semanas, na proporção de 1 colher (café) por litro de água, durante a primavera e o verão. 

A adubação pode ser suspensa nos meses do outono e inverno. 

Uma boa opção de adubação orgânica é a torta de mamona (1 colher de sobremesa por vaso), que pode ser fornecida uma vez ao ano, depois do sistema radicular estar bem desenvolvido.



Ventilação e umidade
Por serem plantas epífitas – possuem raízes aéreas -, as orquídeas suportam bem uma brisa suave e contínua, mas deve-se evitar ventos fortes e canalizados. Se as plantas estivem num orquidário, recomenda-se protegê-lo do vento sul, usando um plástico transparente. 

Ainda por sua característica epífita, as orquídeas preferem mais a falta do que o excesso de água junto às raízes. As regas devem ser feitas apenas quando o substrato estiver seco. Ao regar, uma boa medida é deixar a água escorrer pelo fundo do vaso.

 Outro detalhe: as orquídeas são plantas adaptadas à condições de umidade do ar relativamente elevadas.Em regiões mais secas, recomenda-se borrifá-las com água periodicamente. 

Mais uma vez, o que deve prevalecer é sempre o bom senso: para ter sucesso no cultivo de orquídeas, os excessos devem ser evitados. 

Apesar de gostar de umidade  ventilação e claridade, as orquídeas não suportam ficar expostas diretamente ao vento, sol e chuva. Em jardim elas vão crescer sadias sob as árvores ou até fixadas nos troncos.



Como regar?
O modo mais fácil de matar uma orquídea é molhando-a demais. Suas raízes ficam sem oxigênio e morrem, e os fungos se proliferam de forma descontrolada. As regas devem ser feitas de 2 a 3 vezes por semana, dependendo do clima na época.

Não siga à risca regras do tipo “um copo de água a cada 2 dias”, pois isso não funciona bem! O melhor jeito é testarmos enfiando o dedo no substrato. 

Cave levemente e sinta a umidade a cada 2 dias. Se ainda estiver úmido, não regue, espere até secar. Regue até que a água comece a escorrer por baixo do vaso. 

Para elas, é melhor a falta do que o excesso de água. 
Devemos regá-las de preferência no início da manhã ou final da tarde, evite regar à noite para não deixar as folhas molhadas durante toda a noite.



Devo adubar minha orquídea?
Claro, ela precisa de nutrientes para crescer. O próprio xaxim ou fibra de coco é fornecedor natural de vários nutrientes. 

Mas cuidado: O exagero de adubo é pior do que a falta.

Se for colocar adubos no vaso, prefira os orgânicos ou as misturas, pois são mais seguros e eficientes.
Podemos adubar colocando um pouco de adubo em um canto do vaso, na quantidade recomendada. Não coloque o adubo próximo ao bulbo, pois ele pode “queimá-lo”. 

Esse adubo irá dissolver-se aos poucos, liberando nutrientes a cada irrigação. Os melhores para isso são os orgânicos, como a torta de mamona e a farinha de osso, mas podemos também usar misturas, como o “Bokashi”, que pode ser encontrado em casas especializadas. Essas adubações podem ter intervalos de 3 meses ou mais.

A adubação foliar pode ser feita a cada 15 dias ou mais, com misturas próprias de adubo mineral, dissolvidos em água e aplicados com borrifadores comuns. Procure em casas especializadas, há diversas formulações, busque mais informações na embalagem dos produtos.

Cada adubo exige quantidades diferentes, portanto informe-se sobre a dose e forma de aplicação do adubo que você comprar. Isso geralmente está escrito na embalagem.



Pragas e doenças 
Poucas são as doenças que podem atacar as orquídeas, mas caso ataquem, pouco pode ser feito. 

Entretanto, existem Alguns insetos podem se tornar problemas, sendo os principais os pulgões e as cochonilhas. 

Os pulgões podem ser facilmente eliminados borrifando-se uma mistura de água e detergente, ou mesmo inseticidas domésticos à base de água, como o “SBP”

Já as cochonilhas devem ser removidas manualmente, sob a torneira, raspando-se as folhas com uma escova macia (pode ser uma escova dental).


Quando renovar o vaso? 
Quando a planta estiver excessivamente ramificada, ou com as raízes muito grandes para o vaso, devemos efetuar a divisão da planta, ou passá-las a um vaso maior, pois suas raízes já não possuirão mais espaço para seu bom desenvolvimento. 

Lembre-se que muitas orquídeas criam raízes fora do vaso mesmo que não esteja faltando espaço, o que é normal. Outro critério é trocarmos o vaso quando o substrato começar a drenar mal a água, o que indica um excesso de raízes.

fonte: http://www.comocuidar.com.br/plantas/orquideas/como-cuidar-de-orquideas/

12/13/2012

A natureza em seu apartamento


Hoje separamos uma matéria bem interessante, vamos dar algumas sugestões para quem mora em apartamento e quer um pouquinho da natureza em seu lar. Essas dicas não só servem para moradores de apartamentos, mas também para aqueles que querem decorar o interior de sua casa e não sabem que tipo de planta utilizar. Recomenda-se plantas que se adaptam bem à sombra. Vamos às dicas:


Antúrio
Por suas flores vistosas, o Antúrio é um clássico decorativo. Tradicionalmente, é usado em vasos, mas de uns tempos para cá também passou a compor o paisagismos de jardins, sob a sombra de outras plantas. É essencial que fique à meia sombra, sem receber diretamente a luz do sol. Entretanto, também não pode ficar em ambientes escuros. Nome cientifico: Anthurium andreanum 

Babosa de pau
Com folhas brilhantes de textura semelhante à do couro, a Babosa de pau é ótima para compor jardins internos verdes. Deve ser cultivada sem luz direta do sol e não é resistente ao frio, por ser uma planta tropical. As regas devem ser feitas sempre que o solo estiver secando. Nome cientifico: Philodendron martianum 


Begônia
Ideais para decoração de interiores em vasos, as begônias parecem verdadeiros buquês de flores. Suas folhas também são um atrativo: tem formas variadas e, no geral, são coloridas. O cultivo deve ser feito em substrato bem fértil, em ambientes protegidos da luz do sol, da friagem e do vento. A rega deve ser feita sem molhar as folhas. Nome cientifico: Begonia elatior 

Bromélia
Sua inflorescência em tons vermelhos contrastando com o verde escuro das folhas torna a Bromélia uma das flores mais decorativas para ambientes internos. O sol direto queima suas folhas, por isso deve receber apenas claridade indireta. É plantada em substrato para epífitas. Deve ser regada a cada dois dias, limpando-se o seu centro para evitar proliferação de mosquitos. Nome cientifico: Guzmania ligulata 

Palmeira Chamaedórea
Uma das mais populares plantas para interior, a palmeira chamaedorea fica bem em vasos e não passa dos dois metros de altura. É muito fácil de cuidar: gosta de ambientes úmidos e longe da luz direta do sol. A rega tem que ser frequente, para manter a terra sempre úmida. Nome cientifico: Chamaedorea elegans 


Pleomele
Muito vistosa, a Pleomele pode ter as folhas com as bordas brancas ou verde-limão. É muito usada em ambientes internos, mas deve-se prestar atenção se ela está se adaptando à baixa luminosidade. Caso ela comece a perder folhas, é melhor colocar em ambiente mais claro, mas não necessariamente diretamente ao sol. Nome cientifico: Dracaena reflexa 

Rosa de pedra

É uma suculenta, planta que armazena água nas folhas e caules, que tem o formato parecido com o de uma rosa. É muito usada para fazer arranjos em vasos com outras suculentas e cactos. Deve ser regada apenas uma vez por semana, pois a umidade pode apodrecer suas raízes. Não tolera muito sol. Nome cientifico: Echeveria SP 




Filodendro Cascata
Ele tem a folha em formato de coração e é uma planta tipicamente brasileira, originária do Pais. O Filodendro cascata em vasos costuma ficar bem em qualquer ambiente. Deve ser mantido longe na luz direta do sol, mas o ambiente deve ser iluminado. Deve ser regado quando a camada superficial da terra estiver seca. Nome cientifico: Philodendron cascata 


Jade
A Jade parece uma miniárvore. Ela demora para florescer, mas vale a pena esperar. "Sua inflorescência tem um colorido de verde azulado único", recomenda a paisagista Marisa Lima. É muito fácil de cuidar: a Jade se dá bem em qualquer solo que não fique muito úmido e deve receber luz direta do sol pelo menos durante uma parte do dia. Nome cientifico: Crassula ovata 

Jiboia
Uma das poucas trepadeiras para ambientes internos, a Jiboia cresce apoiada a substratos, como xaxins ou outras plantas. Esta planta tem as folhas coloridas, mas se ficar somente na sombra, suas folhas serão pequenas e verdes. É exatamente sua coloração em tons de verde e amarelo que faz com que seja muito usada na decoração. A rega deve ser feita com frequência, para manter o substrato úmido. Nome cientifico: remnum pinnatum 

Lança de São Jorge
Com folhas cilíndricas e verticais, a Lança de São Jorge tem um visual bem ornamental. Por ser uma planta muito resistente, pode ser usada nas mais variadas composições, desde jardins de pedras a vasos para ambientes internos. Deve ser regada a cada 15 dias, sem molhar as folhas, e mantida à meia-sombra. Nome cientifico: Sansevieria cylindrica 


Licuala
Imponente, essa palmeira tem grande capacidade ornamental. Pode ser usada para compor um jardim interno, com bromélias e orquídeas, ou sozinha em vasos. A licuala não deve ficar exposta à luz direta do sol, mas precisa estar em ambiente iluminado com luz indireta. Borrife água em suas folhas. Nome cientifico: Licuala grandis 


Lírios da paz
Esta é uma das poucas plantas que florescem na sombra. Se seu jardim é sombreado, mas com bastante claridade, abuse desta espécie. O sol direto queima suas folhas! Mantenha-a sempre adubada e seu solo úmido. Nome cientifico: Spathiphyllum wallisi 

Minicactos
Esses pequenos cactos são encontrados até em supermercados e são ótimos para compor arranjos. Ao contrário dos cactos grandes, eles não devem ser expostos à luz direta do sol e ficam melhor em ambientes internos bem iluminados. Para saber quando regar, verifique se a terra está seca - em geral as regas são semanais. Nome cientifico: Mamillaria SP

Pleomele
Muito vistosa, a Pleomele pode ter as folhas com as bordas brancas ou verde-limão. É muito usada em ambientes internos, mas deve-se prestar atenção se ela está se adaptando à baixa luminosidade. Caso ela comece a perder folhas, é melhor colocar em ambiente mais claro, mas não necessariamente diretamente ao sol. Nome cientifico: Dracaena reflexa 

Zamioculca
Uma das plantas mais usadas em ambientes internos, a Zamioculca continua bonita mesmo quando não recebe os cuidados adequados. Precisa ser regada somente uma vez por semana e fica bem tanto em ambientes com luz, quanto sem luz - mas é bom evitar sol direto, que pode queimar suas folhas. Nome cientifico: Zamioculcas zamiifolia 


Palmeira Ráfis
Com múltiplos caules semelhantes ao bambu, a Ráfis cresce ereta como suas folhas plissadas próximas. É muito usada sozinha em vasos para escritórios ou para montar jardins de inspiração oriental. Fica bem em todo tipo de iluminação. É importante regá-la com frequência sem encharcar seu substrato. Nome cientifico: Rhapis excelsa 

Singônio
As folhas do Singônio têm nervuras brancas quando jovens e ficam completamente verdes depois da madura. Devido ao seu formato, é muito usado para decoração em vasos ou como forragem em jardins e arranjos. Ele deve ser cultivado à meia sombra e regado com frequência para manter a terra úmida. Nome cientifico: Syngonium angustatum 

Espero que tenham conhecido um pouquinho mais sobre essas plantas. Agora é só comprar e cuidar. É ótimo ter um pedacinho da natureza em seu lar. 
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